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Mudanças no CTB e na CNH ficam para depois das eleições
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Mudanças no CTB e na CNH ficam para depois das eleições

Mudanças no CTB e na CNH ficam para depois das eleições: Votação de pacote com 270 propostas é adiada na CâmaraPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoAs amplas alterações propostas para o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e para o processo de formação de condutores terão que esperar o fim do período eleitoral para avançar no Congresso Nacional. A Comissão Especial da Câmara dos Deputados adiou a votação do parecer que consolida cerca de 270 propostas de mudança na legislação viária do país.A decisão posterga a análise de um relatório abrangente, que busca redefinir regras cruciais em áreas como formação e habilitação de condutores, exames de saúde, limites de velocidade, fiscalização por radares e uso de veículos de mobilidade elétrica leve.O que está em jogo na reforma do Código de Trânsito?O parecer do relator reúne temas de grande impacto para a rotina de motoristas, pedestres e órgãos de trânsito em todo o Brasil. Entre os pontos de maior destaque do texto em discussão estão:Formação de condutores: Discussões sobre novos modelos de aprendizagem, papel das autoescolas e formação de novos motoristas;Habilitação para jovens: A proposta de permitir que jovens a partir dos 16 anos possam dirigir sob condições específicas;Exames de saúde e segurança: Atualizações nas exigências de exames médicos, psicológicos e toxicológicos;Novas tecnologias e fiscalização: Regras para cobrança no sistema free flow, radares móveis, limites de velocidade e circulação de autopropelidos.Com a suspensão das deliberações na comissão, nenhuma das propostas contidas no relatório passa a valer de imediato. Para se tornarem lei, as medidas ainda precisarão ser votadas na comissão, aprovadas no Plenário da Câmara e seguir para análise no Senado Federal.Entenda a diferença entre projetos em tramitação e regras em vigorO adiamento das discussões traz um alerta importante para a população e condutores em Manaus: é fundamental não confundir projetos de lei em discussão com normas efetivamente aprovadas e vigentes.Enquanto o relatório geral sobre o CTB aguarda o período pós-eleitoral, outras matérias paralelas — como Projetos de Decreto Legislativo (PDL) que questionam resoluções do Contran — também dependem de etapas regimentais no Congresso antes de produzir qualquer efeito prático. As regras atuais estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito continuam plenamente válidas.Conscientização e atenção às normas atuaisA evolução da legislação é essencial para acompanhar as transformações da mobilidade urbana, mas a segurança nas ruas no presente depende do cumprimento estrito das leis que já estão em vigor.O portal Desacelera Manaus segue acompanhando os desdobramentos dos debates em Brasília para manter a população amazonense bem informada. No trânsito, a informação correta e a conduta preventiva são sempre as melhores aliadas para salvar vidas.

09/09/2026 12:46
Entregar o carro a quem não tem CNH traz graves consequências legais ao proprietário
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Entregar o carro a quem não tem CNH traz graves consequências legais ao proprietário

Adolescente ao volante: Entregar o carro a quem não tem CNH traz graves consequências legais ao proprietárioPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoA prática de permitir ou entregar a direção de um automóvel a jovens inabilitados — muitas vezes sob o pretexto de "dar uma voltinha", rodar apenas em vias tranquilas do bairro ou ensinar a guiar antes da autoescola — esconde um perigo imenso e graves implicações legais. Casos de acidentes graves envolvendo adolescentes ao volante reforçam o alerta: confiar um veículo a quem não possui Habilitação é uma atitude irresponsável que coloca vidas em risco e penaliza severamente o proprietário.O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece regras rigorosas e deixa claro que as punições não se restringem apenas a quem conduz indevidamente, mas alcançam em cheio o dono do veículo.Dupla penalização: Infração gravíssima e responsabilização civilDe acordo com a legislação, permitir ou entregar a direção de um veículo a pessoa não habilitada é considerado uma infração de natureza gravíssima. O proprietário fica sujeito a multas multiplicadas, pontos no prontuário e retenção do automóvel até a apresentação de um condutor devidamente habilitado.Além das sanções administrativas, caso ocorra um sinistro com danos materiais ou vítimas, o proprietário do veículo responde civilmente pelos prejuízos causados. Vale ressaltar também que a maioria das apólices de seguro prevê a perda da cobertura e a recusa de indenização em casos onde o automóvel é conduzido por pessoa sem CNH.Crime de trânsito: Entregar o veículo pode gerar processo penalAs consequências podem ser ainda mais drásticas na esfera criminal. O artigo 310 do CTB qualifica como crime de trânsito o ato de "permitir, confiar ou entregar a direção de veículo automotor a pessoa não habilitada".Para que o crime seja configurado, segundo o entendimento jurídico, nem sequer é necessária a ocorrência de um acidente: o simples fato de entregar as chaves e permitir que um inabilitado circule em via pública já expõe a coletividade ao risco, podendo resultar em detenção de seis meses a um ano ou multa penal para o proprietário.A prevenção começa dentro de casaEspecialistas em segurança viária destacam que a guarda das chaves exige atenção redobrada nas residências onde vivem adolescentes. Deixar o veículo facilmente acessível pode favorecer atitudes impulsivas dos jovens.Conscientizar os filhos e jovens sobre os riscos reais do trânsito é um dever familiar e social. O aprendizado ao volante deve ocorrer estritamente na idade correta, através de Centros de Formação de Condutores (CFCs) autorizados e sob a supervisão de instrutores credenciados.A responsabilidade e o respeito às leis são os pilares indispensáveis para que as ruas de Manaus se tornem ambientes seguros para todos.Para entender com mais detalhes como a legislação fiscaliza a entrega de veículos a condutores sem CNH ou PPD, este vídeo instrutivo sobre o Art. 163 do CTB apresenta uma análise técnica e didática sobre o enquadramento dessas infrações e multas.

09/09/2026 12:38
A empatia como ferramenta de salvação no trânsito
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A empatia como ferramenta de salvação no trânsito

Quando enxergar o outro se torna urgente: A empatia como ferramenta de salvação no trânsitoPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoEm meio à correria do cotidiano e ao ritmo frenético das grandes cidades, as vias públicas frequentemente se transformam em palcos de individualismo e disputa por espaço. O ato de conduzir um veículo — seja ele um carro, uma motocicleta ou um ônibus — acaba isolando o indivíduo em sua própria rotina, fazendo com que ele se esqueça de que, do outro lado do para-brisa, existem vidas, famílias e vulnerabilidades.A reflexão sobre a urgência de "enxergar o outro" resgata um conceito básico, mas esquecido: o trânsito é, essencialmente, um espaço coletivo de convivência. Humanizar a mobilidade urbana não é apenas uma questão de cortesia, mas uma medida urgente para estancar a violência viária e salvar vidas.A armadura de aço e o distanciamento da realidadeO fechamento dos vidros, o ar-condicionado e a sensação de proteção proporcionada pela lataria dos veículos muitas vezes criam uma falsa percepção de distanciamento social. Na pressa por compromissos, atrasos ou estresse do dia a dia, pedestres, ciclistas e motociclistas passam a ser vistos como "obstáculos" no caminho, e não como seres humanos vulneráveis.Especialistas em segurança viária e comportamento humano alertam que essa falta de conexão empática é o gatilho para atitudes de alto risco, como ultrapassagens forçadas, avanço de sinal vermelho, uso de celular ao volante e xingamentos desnecessários.Mudar a perspectiva: Do individual ao coletivoA construção de um trânsito mais humano e seguro exige um exercício diário de alteridade — a capacidade de se colocar no lugar do outro. Na prática, enxergar o próximo significa:Reconhecer a fragilidade alheia: Entender que o pedestre e o ciclista não possuem estrutura de proteção e dependem do respeito do motorista para sobreviver;Ter paciência com a diversidade: Respeitar o tempo de travessia de idosos, pessoas com deficiência ou crianças que necessitam de mais atenção;Ceder a passagem e facilitar a circulação: Dar prioridade a quem precisa mudar de faixa ou atravessar a rua, enxergando a gentileza como regra, e não como exceção;Controlar o impulso do estresse: Compreender que a pressa individual jamais deve se sobrepor à integridade física de quem compartilha a via.Desacelerar para humanizar nossas ruasO portal Desacelera Manaus reforça que a transformação das nossas vias não depende apenas de leis mais severas ou de nova infraestrutura urbana, mas fundamentalmente da mudança de atitude de cada cidadão.Quando desaceleramos o ritmo e passamos a enxergar as pessoas ao nosso redor com empatia, o trânsito deixa de ser um ambiente de conflito e passa a ser um caminho de paz. Lembre-se: ver o outro é o primeiro passo para proteger a vida de todos.

09/09/2026 12:23
Conheça as regras essenciais para pedalar com segurança no trânsito
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Conheça as regras essenciais para pedalar com segurança no trânsito

Ciclista não é pedestre: Conheça as regras essenciais para pedalar com segurança no trânsitoPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoA bicicleta consolidou-se como um dos meios de transporte mais sustentáveis, saudáveis e práticos para a mobilidade urbana nas cidades. No entanto, o crescimento do fluxo de ciclistas — incluindo o aumento de modelos elétricos — ainda gera dúvidas frequentes sobre os deveres e direitos de quem pedal na via pública.De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a bicicleta é classificada juridicamente como um veículo. Isso significa que, embora tenha preferência sobre automóveis em diversas situações por ser mais vulnerável, o ciclista deve seguir regras claras de circulação para não colocar a própria vida e a de pedestres em risco.Calçada é para quem anda a pé: Quando o ciclista vira pedestre?Andar de bicicleta na calçada é uma das infrações mais comuns nas áreas urbanas. Como regra geral, o passeio público é de uso exclusivo dos pedestres. Pedalar sobre a calçada só é permitido quando houver sinalização específica da autoridade de trânsito liberando o trecho.Caso precise transitar pela calçada para atravessar uma via ou chegar ao seu destino, o procedimento correto é desmontar da bicicleta e empurrá-la. Ao fazer isso, o ciclista passa a ser equiparado ao pedestre em direitos e deveres.Sentido da via, semáforos e bicicletas elétricasPara garantir uma convivência harmoniosa e previsível no trânsito, é preciso atentar para regras básicas de circulação:Sempre no mesmo sentido da pista: Pedalar na contramão é proibido e aumenta drasticamente o risco de colisões nos cruzamentos e saídas de garagens. Na ausência de ciclovias ou ciclofaixas, a circulação deve ocorrer no bordo direito da pista de rolamento;Respeito à sinalização: Placas de "PARE" e semáforos vermelhos também valem para quem está sobre duas rodas;Atenção às bicicletas elétricas: Modelos com pedal assistido (motor até 1.000W e velocidade máxima de 32 km/h) seguem as mesmas regras das bicicletas convencionais. Como atingem velocidades maiores rapidamente, a proibição de circular em calçadas deve ser respeitada com ainda mais rigor.O papel dos motoristas e o respeito mútuoA proteção ao ciclista não depende apenas de quem pedal. O CTB estabelece obrigações severas para os condutores de veículos motorizados: ao ultrapassar uma bicicleta, o motorista deve manter a distância lateral mínima de 1,5 metro e reduzir a velocidade.Trânsito seguro se constrói com cooperação e empatia. Quando motoristas respeitam o espaço de quem pedal e os ciclistas cumprem seus deveres e respeitam os pedestres, a cidade desacelera o ritmo dos acidentes e se torna um espaço mais humano para todos.

09/09/2026 12:00
Entenda por que não dar passagem na esquerda ainda é infração e gera riscos
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Entenda por que não dar passagem na esquerda ainda é infração e gera riscos

No limite de velocidade? Entenda por que não dar passagem na esquerda ainda é infração e gera riscosPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoUma dúvida bastante comum entre os motoristas frequentemente gera discussões nas vias brasileiras: se eu já estiver trafegando no limite máximo de velocidade permitido na via, sou obrigado a dar passagem para quem vem mais rápido atrás? A resposta da legislação é clara: sim, a passagem deve ser liberada.Deixar de dar passagem pela esquerda — mesmo quando você está no limite estabelecido — é uma infração média prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), sujeita a multa e pontos na carteira. A regra existe para preservar a fluidez do tráfego e evitar que o trânsito se transforme em uma disputa de egos ou em manobras arriscadas.O condutor não deve atuar como "fiscal do trânsito"Muitos motoristas acreditam que, ao permanecer na faixa da esquerda no limite de velocidade, estão "impedindo" que outro condutor cometa um excesso. No entanto, especialistas em segurança viária alertam que uma infração não justifica nem anula a outra.Cabe exclusivamente aos órgãos e agentes de fiscalização identificar e autuar eventuais excessos de velocidade. Quando o motorista decide "bloquear" a passagem, ele passa a agir como fiscal por conta própria, o que frequentemente gera irritação, manobras bruscas, ultrapassagens perigosas pela direita e até episódios de violência no trânsito.A função da faixa da esquerda e o cuidado nas manobrasDe acordo com as normas de circulação, as faixas da esquerda são destinadas prioritariamente às ultrapassagens e ao deslocamento dos veículos de maior velocidade. Após realizar uma ultrapassagem, o condutor deve retornar com segurança para a faixa da direita.Contudo, dar passagem não significa agir de forma afobada:Segurança em primeiro lugar: A mudança para a faixa da direita deve ocorrer apenas quando houver sinalização prévia (seta) e condições puramente seguras;Nada de manobras bruscas: Não se deve desacelerar repentinamente, frear forte ou utilizar o acostamento para abrir caminho;Manter a calma: Evite responder a sinais de luz agressivos ou colá-los na traseira, mantendo o foco na condução defensiva.Desacelerar atritos e priorizar a convivência pacíficaMais do que evitar uma penalidade no prontuário, a atitude de liberar a passagem reflete gentileza e maturidade ao volante.Trânsito seguro se faz com cooperação, e não com disputa de espaço. Ao facilitar a circulação alheia e manter a atenção no próprio deslocamento, você ajuda a desacelerar os conflitos urbanos e garante que todos cheguem em paz aos seus destinos.

09/09/2026 11:54
População idosa adere cada vez mais ao transporte por aplicativo
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População idosa adere cada vez mais ao transporte por aplicativo

Autonomia e inclusão: População idosa adere cada vez mais ao transporte por aplicativoPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoO envelhecimento da população brasileira e o avanço da inclusão digital estão transformando a forma como os idosos se deslocam pelas cidades. Um levantamento recente aponta que a presença de passageiros com mais de 60 anos no transporte por aplicativo cresceu cinco pontos percentuais em um ano, demonstrando uma forte adesão desse público a novas alternativas de mobilidade urbana.Essa mudança reflete não apenas o aumento da familiaridade da terceira idade com smartphones e plataformas digitais, mas também a busca por viagens mais confortáveis, previsíveis e independentes no dia a dia.Mobilidade sob medida para a rotina do público 60+Para a população idosa, o transporte por aplicativo tem atendido a compromissos e momentos cotidianos bastante diversos:Acesso à saúde: Deslocamentos seguros para consultas médicas, exames e rotinas de reabilitação;Convivência familiar e social: Visitas a parentes, encontros com amigos e participação em atividades comunitárias;Lazer e rotina urbana: Compras, passeios e resolução de pendências do dia a dia sem depender exclusivamente do transporte coletivo ou da ajuda de terceiros.Essa praticidade fortalece o sentimento de autonomia, permitindo que a pessoa idosa continue ativa e participante da vida urbana com dignidade.O desafio de cidades mais acessíveis e humanasO crescimento da frota de passageiros idosos reforça a necessidade de discussões profundas sobre a infraestrutura e o atendimento no trânsito urbano. Garantir que essa população continue se deslocando de forma segura exige:Empatia e preparo dos motoristas: Capacitação de condutores de aplicativos para prestar um atendimento paciente, auxiliando no embarque e desembarque quando necessário;Ruas e calçadas adequadas: Sinalização clara, iluminação de qualidade e calçadas niveladas para garantir a segurança no momento do embarque;Inclusão digital contínua: Plataformas com interfaces simples, acessíveis e com recursos visuais adequados para facilidade de navegação.Desacelerar para incluirGarantir o direito de ir e vir da população idosa é um pilar fundamental para a construção de uma cidade verdadeiramente humana e democrática.Quando o trânsito desacelera e se torna mais acolhedor, toda a sociedade ganha. O avanço das tecnologias de mobilidade, somado ao respeito mútuo nas vias, abre caminhos para que a maturidade seja vivenciada com liberdade, segurança e conexão com a cidade.

09/09/2026 11:47
Drogômetro nas rodovias
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Drogômetro nas rodovias

Drogômetro nas rodovias: Nova regra do Contran avança na fiscalização, mas aplicação prática exige cautelaPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoO combate à condução sob o efeito de substâncias psicoativas ganhou um novo capítulo na legislação de trânsito brasileira. Uma regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) abriu caminho para a utilização do chamado "drogômetro" — equipamento capaz de detectar a presença de substâncias ilícitas e medicamentos controlados no organismo dos condutores por meio de amostras de saliva ou suor.No entanto, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) esclarece que a implementação efetiva da tecnologia nas rodovias federais não será imediata e exige o cumprimento de etapas técnicas rigorosas de homologação, padronização e capacitação dos agentes.O desafio de identificar substâncias na direçãoEnquanto o teste de etilômetro (bafômetro) é amplamente consolidado para quantificar o nível de álcool na corrente sanguínea, a fiscalização de outras substâncias químicas apresenta desafios operacionais e jurídicos mais complexos.O objetivo do drogômetro é identificar o uso de entorpecentes e medicamentos que alteram os reflexos, o tempo de reação e a percepção de risco ao volante. O hábito de dirigir sob o efeito dessas substâncias, comum em rotinas de exaustão no transporte de cargas e passageiros, é apontado por especialistas como uma das principais causas de sinistros graves e colisões fatais em rodovias.O que muda e como funcionará a fiscalizaçãoA aprovação do Contran estabelece as diretrizes normativas para que os aparelhos possam ser homologados pelos órgãos competentes. A PRF destaca que a adoção prática nas fiscalizações do dia a dia dependerá de:Homologação e certificação dos aparelhos: Garantir a precisão e a validade jurídica do teste em laboratório e órgãos oficiais de metrologia;Critérios operacionais claros: Definir protocolos de abordagem para a coleta e o encaminhamento em caso de resultado positivo;Treinamento das equipes: Capacitar os agentes para o manuseio adequado dos insumos e interpretação dos resultados no campo de fiscalização.Preservar a vida acima de tudoO avanço na regulamentação do drogômetro representa um reforço fundamental para a segurança viária em todo o país. O foco principal da medida não é a punição ostensiva, mas a criação de uma cultura de prevenção e respeito à vida, inibindo atitudes que colocam em risco condutores, passageiros e pedestres.O trânsito é um espaço coletivo de convivência e a sobriedade ao volante é condição inegociável para a preservação de todos. Desacelerar, respeitar os limites do corpo e recusar a combinação de substâncias químicas com a direção são escolhas que constroem estradas mais seguras e humanas.

09/09/2026 10:36
Mudanças no CTB em pauta
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Mudanças no CTB em pauta

Mudanças no CTB em pauta: Comissão da Câmara convoca audiência pública para discutir segurança viáriaPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoA legislação que rege a circulação e a segurança nas vias brasileiras está novamente no centro dos debates em Brasília. A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados deu início às discussões sobre novas propostas de alteração no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e aprovou o requerimento para a realização de uma audiência pública dedicada ao tema da segurança viária.O encontro reunirá parlamentares, especialistas do setor, representantes de órgãos de trânsito e entidades da sociedade civil para analisar o impacto das possíveis mudanças legislativas na redução de acidentes e na proteção da vida nas ruas e rodovias do país.Diálogo para fortalecer a proteção no trânsitoA convocação da audiência pública atende à necessidade de construir um debate amplo e técnico antes de qualquer modificação no CTB. Em pauta, estão propostas que abordam desde o processo de formação e reciclagem de condutores até o rigor das penalidades para infrações de alto risco e o incentivo ao uso de novas tecnologias de fiscalização.Especialistas destacam que alterações na lei não devem ser pautadas apenas por demandas pontuais ou pela flexibilização de regras, mas sim por evidências científicas e estatísticas que comprovem a eficácia das medidas na preservação de vidas.Os eixos centrais do debate viárioEntre os principais tópicos que devem nortear as discussões na Câmara dos Deputados, destacam-se:Aprimoramento da formação de condutores: Avaliação sobre o papel dos Centros de Formação de Condutores (CFCs) e a inclusão de etapas focadas na percepção de risco e empatia com vulneráveis;Fiscalização e tecnologia: O uso de novos equipamentos automatizados e a manutenção da presença ostensiva de agentes públicos nas vias;Proteção aos usuários vulneráveis: Propostas voltadas para garantir a prioridade e a integridade de pedestres, ciclistas e motociclistas no tráfego urbano;Revisão de punições: Discussão sobre o enquadramento de condutas graves — como excesso de velocidade e direção sob o efeito de álcool — para combater a impunidade.Construção coletiva por cidades mais segurasA participação da sociedade e de especialistas nas decisões legislativas é um passo essencial para evitar retrocessos na mobilidade humana. O trânsito é um espaço de convivência coletiva e toda mudança na lei precisa refletir o compromisso prioritário com o direito fundamental à vida.Acompanhar e debater as alterações no CTB é fundamental para garantir que as ruas brasileiras se tornem, cada vez mais, caminhos de paz, respeito e segurança para todos.

02/09/2026 13:02
Punição mais severa: Projeto de lei prevê suspensão da CNH por dois anos para quem dirigir sob efeito de álcool
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Punição mais severa: Projeto de lei prevê suspensão da CNH por dois anos para quem dirigir sob efeito de álcool

Punição mais severa: Projeto de lei prevê suspensão da CNH por dois anos para quem dirigir sob efeito de álcoolPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoA combinação entre álcool e direção continua sendo uma das principais causas de tragédias evitáveis no trânsito brasileiro. Para combater a reincidência e reforçar o caráter educativo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), avançam no Congresso Nacional propostas que visam endurecer as penalidades aplicadas a condutores flagrados dirigindo sob a influência de bebidas alcoólicas ou substâncias psicoativas.Dentre as medidas em discussão, destaca-se a proposta de aumentar o período de suspensão do direito de dirigir — que atualmente é de 12 meses — para até dois anos (24 meses) para os infratores, além da exigência rigorosa de curso de reciclagem e exames para a readequação do condutor.Tolerância zero e a necessidade de rigorA legislação brasileira já adota o princípio de tolerância zero para a presença de álcool no sangue de condutores. No entanto, a persistência do comportamento de risco nas vias urbanas e rodovias demonstra que o sentimento de impunidade ainda impulsiona decisões irresponsáveis ao volante.Especialistas em segurança viária destacam que o agravamento do tempo de suspensão da CNH cumpre um papel fundamental de prevenção geral. O objetivo não é apenas punir o bolso, mas retirar temporariamente de circulação quem coloca a coletividade em perigo, abrindo espaço para um processo efetivo de conscientização.O impacto do álcool no organismo e no tráfegoMesmo em pequenas quantidades, o consumo de álcool provoca alterações diretas nas faculdades mentais e motoras indispensáveis para a condução segura:Diminuição do tempo de resposta: Retarda a reação do motorista diante de uma frenagem brusca ou imprevisto na pista;Perda da percepção de perigo: Reduz a capacidade de avaliar riscos, favorecendo excesso de velocidade e ultrapassagens perigosas;Prejuízo na coordenação e visão: Altera a noção de distância, campo de visão lateral e precisão nos movimentos do veículo.Responsabilidade coletiva pela vidaA endurecimento das leis é um passo institucional decisivo, mas a transformação real das ruas depende do engajamento de toda a sociedade. A escolha de não dirigir após consumir álcool deve ser entendida como um compromisso ético e de cidadania.Garantir um trânsito seguro e pacífico exige decisões conscientes antes de dar a partida. Se beber, não dirija: passe a chave, utilize o transporte coletivo ou recorra a serviços de aplicativo. Desacelerar e escolher a responsabilidade é o único caminho para preservar a vida.

02/09/2026 12:58
Banho de cuidado: saiba como limpar seu autopropelido
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Banho de cuidado: saiba como limpar seu autopropelido

Banho de cuidado: saiba como limpar seu autopropelido sem danificar a bateria e os componentes elétricosPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoOs veículos autopropelidos — como patinetes elétricos, skates motorizados e monociclos — conquistaram o espaço urbano como alternativas práticas, econômicas e sustentáveis para curtos deslocamentos. No entanto, para garantir que essa opção de mobilidade continue segura e eficiente no dia a dia, a manutenção e a higienização correta desses equipamentos exigem atenção redobrada.Por possuírem sistemas eletrônicos sensíveis e baterias de lítio, a limpeza dos autopropelidos não deve ser feita da mesma forma que a de uma bicicleta comum. O uso inadequado de água ou produtos químicos pode causar curtos-circuitos, oxidar contatos, danificar os freios e comprometer a segurança do condutor nas ruas.Os perigos da água em alta pressão e dos produtos agressivosO erro mais comum ao higienizar um patinete ou monociclo elétrico é utilizar lavadoras de alta pressão (manguas de jato) ou imergir partes do equipamento em água. A pressão da água consegue romper os selos de vedação e penetrar no compartimento do motor, no painel digital e na câmara da bateria.Além disso, sabões concentrados, desengraxantes químicos agressivos e solventes podem corroer as pastilhas e discos de freio, ressecar vedações de borracha e deteriorar a fiação exposta, aumentando o risco de falhas mecânicas repentinas durante o trajeto.Passo a passo para uma limpeza segura e eficienteEspecialistas recomendam uma rotina de higienização simples, baseada na prevenção e no uso de materiais adequados:Desligue o equipamento: Antes de iniciar qualquer limpeza, certifique-se de que o autopropelido está totalmente desligado e desconectado da tomada de carregamento;Proteja as entradas elétricas: Garanta que as tampas de borracha da porta de carregamento estejam bem fechadas para evitar a entrada acidental de umidade;Use pano úmido e sabão neutro: Limpe o quadro, a plataforma e o guidão utilizando apenas um pano de microfibra levemente umedecido com água e poucas gotas de sabão neutro, secando em seguida;Cuidado especial com freios e rodas: Utilize uma escova de cerdas macias e secas para remover a poeira e terra acumuladas nos pneus, freios e suspensão. Evite aplicar lubrificantes ou produtos gordurosos nas áreas de frenagem;Atenção ao painel e à bateria: Limpe as telas e botões apenas com pano seco. Nunca jogue água diretamente sobre a bateria ou conectores elétricos.Segurança e longevidade na mobilidade urbanaManter o autopropelido limpo e revisado vai além da estética: é um hábito de direção defensiva e cuidado pessoal. Um equipamento bem conservado reduz o risco de panes elétricas no meio do tráfego e garante respostas rápidas dos freios diante de imprevistos.Cuidar do seu meio de transporte é parte fundamental da construção de um trânsito mais consciente, seguro e harmonioso para todos os modos de deslocamento nas cidades.

02/09/2026 12:51
Memória e Ação: Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito
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Memória e Ação: Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito

Memória e Ação: Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito passa a integrar oficialmente o CTBPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoA preservação da vida e o respeito à memória daqueles que perderam seus caminhos no tráfego ganharam um marco histórico na legislação brasileira. O Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito, celebrado mundialmente no terceiro domingo de novembro, foi incluído de forma oficial no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).A medida fortalece o compromisso do país com a conscientização e transforma a data em um pilar contínuo de reflexão pública, educação viária e cobrança por políticas de mobilidade mais humanas e seguras em todas as cidades.Um tributo às vidas perdidas e às famílias impactadasCriada originalmente pela Federação Europeia de Vítimas do Trânsito e adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2005, a data vai muito além da contagem de estatísticas. Ela representa um momento de acolhimento às famílias enlutadas e de resgate da dignidade de milhares de pessoas que tiveram suas histórias interrompidas por sinistros evitáveis.Ao inserir o dia oficialmente no CTB, o Estado brasileiro reconhece que a violência viária é um problema de saúde pública e de direitos humanos que precisa ser enfrentado com prioridade permanente, e não apenas em campanhas esporádicas.Do luto à prevenção: os objetivos da data no calendário oficialA oficialização da data na legislação de trânsito visa impulsionar ações concretas em todo o território nacional, focadas em:Sensibilização e empatia: Lembrar à sociedade que por trás de cada dado estatístico existe um nome, um projeto de vida e uma família devastada;Cobrança por infraestrutura e fiscalização: Pressionar por vias urbanas e rodoviárias mais seguras, desenhadas para proteger pedestres, ciclistas e motociclistas;Redução da impunidade: Estimular a rigorosa aplicação da lei para comportamentos de alto risco, como excesso de velocidade e combinação de álcool e direção;Apoio às vítimas e familiares: Visibilizar a necessidade de suporte psicológico, jurídico e médico para os sobreviventes e parentes de vítimas fatais.Desacelerar para não chorar novas perdasA inclusão dessa data no CTB é um chamado urgente para que condutores, pedestres e gestores públicos repensem o ritmo frenético das ruas.Ameaças no trânsito não são "fatalidades" inevitáveis, mas tragédias decorrentes de escolhas, omissões e falta de cuidado coletivo. Lembrar o passado é o passo fundamental para transformar o presente e garantir que o direito de ir e vir não custe a vida de ninguém.

02/09/2026 12:30
Quando enxergar o outro se torna urgente
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Quando enxergar o outro se torna urgente

Quando enxergar o outro se torna urgente: humanizar as vias é o único caminho para salvar vidasPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoO Brasil enfrenta uma contradição marcante na sua mobilidade urbana. Ao mesmo tempo em que a motocicleta se consolidou como ferramenta essencial de transporte, autonomia e geração de renda para milhões de famílias, o índice de sinistros envolvendo motociclistas não para de crescer. Projetos de mercado apontam para recordes na comercialização de duas rodas, elevando uma frota que já supera dezenas de milhões de veículos pelo país. No entanto, esse aumento de fluxo escancara uma urgência ainda maior: a necessidade de ver quem está ao nosso lado nas ruas.Especialistas defendem que os acidentes não acontecem por mero acaso. Eles são a consequência direta de uma combinação de falhas que vão desde a imprudência e a pressa individual até estruturas viárias precárias, formação insuficiente de condutores e políticas públicas que ainda precisam avançar.Mais do que estatística: vidas e famílias nas viasTratar quem circula em duas rodas apenas como um "obstáculo" no tráfego ou como um número frio em relatórios de trânsito perpetua a violência diária. Atrás do capacete e do guidão de cada moto ou bicicleta, existe alguém que trabalha, sustenta uma casa e deseja, acima de tudo, retornar em segurança para a sua família."Exige enxergar o motociclista não como estatística ou obstáculo, mas como alguém que compartilha o mesmo espaço urbano que nós, que sustenta uma família e que quer voltar para casa em segurança", destaca Rafael Lourenço, especialista e gerente de Relações Institucionais da Yamaha Brasil. Empatia e consciência no trânsito não dependem apenas do condutor da moto, mas de um compromisso ético de todos os que utilizam a via pública — sejam motoristas de carros, caminhões, ônibus ou pedestres.Os pilares para uma convivência seguraHumanizar o trânsito e proteger os mais vulneráveis exige ações coordenadas em várias frentes:Percepção e empatia: Mudar a postura individual ao dirigir, reconhecendo que pequenas atitudes egoístas — como fechar uma passagem ou mudar de faixa sem sinalizar — colocam vidas em risco direto;Adequação de velocidade: Respeitar limites e reduzir o ritmo em áreas urbanas de grande fluxo de pedestres e duas rodas;Formação e qualificação contínua: Aprimorar o treinamento de motociclistas e motoristas para que desenvolvam percepção de risco defensiva;Infraestrutura e sinalização: Criar intervenções urbanísticas que protejam fisicamente quem está mais exposto e reduzam a gravidade dos impactos.Desacelerar é um ato de cuidadoAcelerar menos e cultivar o respeito mútuo não é apenas cumprir o Código de Trânsito Brasileiro, mas assumir uma responsabilidade coletiva pela vida. Enxergar o outro com humanidade é o primeiro passo para que as nossas cidades deixem de ser palcos de tragédias evitáveis e se tornem espaços seguros de convivência e retorno para casa.

02/09/2026 12:26